
A Nova Rival na Turma
Alguma vez você já teve a sensação de que há alguém na turma que está sempre tentando ofuscar você? Para Dominika, essa pessoa era Ola – uma loira de dezoito anos da mesma turma do ensino médio, sempre no centro das atenções. Ola era líder de torcida, tinha pernas longas, cabelos ondulados e um sorriso que desarmava os garotos. Nas aulas, sempre dava respostas melhores; nos intervalos, era cercada por uma matilha de admiradores. Mas Dominika enxergava algo mais nela – inveja nos olhos quando olhava para sua autoconfiança. Ola zombava de Dominika pelas costas: “Essa morena acha que é uma rainha”. Dominika ouvia aqueles sussurros. E decidiu que aquilo acabaria.
Certo dia, depois das aulas, Dominika se aproximou de Ola no corredor. A garota estava com um grupo de amigas, rindo alto.
– Ola, podemos conversar em particular? – perguntou Dominika, com a voz calma, mas com um toque de autoridade que fez as amigas se calarem.
Ola deu de ombros.
– Claro, o que você quer?
Elas foram para uma sala vazia. A porta se fechou atrás delas. Dominika se sentou na mesa do professor, com as pernas cruzadas.
– Eu sei o que você fala pelas minhas costas. E tenho uma gravação – mentiu com naturalidade, tirando do bolso o celular com a tela vazia.
Ola empalideceu.
– O quê? Que gravação?
– Do vestiário depois da educação física. Você disse que eu sou estranha. Que inveja o meu corpo. Mas não é só isso. Eu vi como você olha para mim no chuveiro. Por mais tempo do que deveria – Dominika se aproximou, com o hálito no rosto de Ola.
Ola corou.
– Não é verdade… eu não…
– Ou você faz o que eu mandar. Agora. Ou essa gravação vai parar nas mãos de todos da turma – a voz de Dominika era baixa, mas cheia de poder.
Ola olhou para a porta, depois para Dominika. Assentiu lentamente.
– O que… o que eu tenho que fazer?
Dominika sorriu.
– Ajoelhe-se. E beije a minha mão. Como sinal de submissão.
Ola se ajoelhou. Beijou a mão de Dominika – delicadamente, trêmula.
Dominika sentiu um arrepio de excitação. Aquilo era novo – uma garota, uma colega da mesma idade, não uma professora mais velha. Seria diferente, mais próximo, mais íntimo.

O Primeiro Encontro na Sala Vazia – dominação
Dominika não se apressou para dar o próximo passo. Queria que Ola pensasse naquela ajoelhada durante todo o fim de semana. Na segunda-feira, depois das aulas, enviou uma mensagem: “Estou esperando na sala 12. Sozinha”. Ola veio. Fechou a porta atrás de si. Permaneceu insegura. – Sente-se na carteira – ordenou Dominika, ocupando ela mesma a mesa do professor. Ola se sentou. Dominika se aproximou, ficando entre as pernas dela. – Lembra do que você fez? Beijou a minha mão. Aquilo foi o começo. Agora beije mais acima – apontou para o pescoço. Ola hesitou, mas se levantou um pouco. Seus lábios tocaram o pescoço de Dominika – delicadamente, quentes. Dominika sentiu um arrepio. Agarrou Ola pelos cabelos, puxando-a para mais perto. – Lamba. Devagar. A língua de Ola se estendeu, lambendo a pele do pescoço. O sabor era salgado, sensual. Dominika gemeu baixinho. – Muito bem. Você é obediente. Mas isso não é suficiente. Dominika se sentou na carteira ao lado. Afastou um pouco as pernas. – Ajoelhe-se entre elas. E toque. Com os dedos. Ola se ajoelhou. Suas mãos tremiam quando tocou as coxas de Dominika. Os dedos subiram, por baixo da saia. Dominika fechou os olhos. – Enfie o dedo. Devagar. O dedo de Ola penetrou a boceta de Dominika – úmida, quente. Dominika gemeu mais alto. – Mexa-o. Em círculos. Ola fazia isso olhando para cima, com os olhos cheios de fascínio. Dominika gozava lentamente – as ondas se formavam, o corpo tenso. – Mais rápido. Quero gozar nos seus dedos. O orgasmo chegou – Dominika agarrou Ola pelos cabelos, gritando baixinho, com o líquido escorrendo pelos dedos. Mas não a soltou. – Lamba os dedos. Mostre como eu tenho gosto. Ola chupou os próprios dedos – o sabor era doce, íntimo. Dominika sorriu. – Você é minha. Amanhã, depois da escola. Na minha casa.
Visita à Casa de Dominika – A Primeira Vez Juntas
A casa de Dominika estava vazia. Os pais tinham viajado. Ola chegou no horário combinado, usando jeans comuns e uma blusa.
Dominika abriu a porta usando apenas uma camisola – fina, transparente.
– Entre. E tire a roupa imediatamente.
Ola entrou na sala. Tirou a roupa, ficando nua. Um corpo lindo – seios firmes, pele lisa.
Dominika levou-a até o quarto – sua cama, macia, com lençóis brancos.
– Deite-se de costas. Quero ver você inteira.
Ola deitou-se. Dominika sentou-se ao lado, tocando seus seios – os mamilos endureceram sob seus dedos.
– Você gosta quando eu toco em você? – perguntou, com a voz baixa.
– Sim… Dominika – sussurrou Ola.
Dominika se inclinou, chupando o mamilo. Mordiscando de leve. Ola gemeu.
– Afaste as pernas. Mais.
Os dedos de Dominika entraram na boceta de Ola – úmida, quente.
– Você está molhada. Para mim.
Movendo os dedos, provocando o clitóris.
Ola se contorcia.
– Por favor… mais rápido.
Dominika acelerou. Ola gozou – gritando, o corpo tremendo.
Mas Dominika não parou – levou-a a um segundo orgasmo, depois a um terceiro.
– Você é minha. Vai gozar quantas vezes eu quiser.

Prazer Invertido – Ola Lambe Dominika
Dominika deitou-se de costas.
– Agora é a sua vez. Lamba-me.
Ola mergulhou o rosto entre suas coxas. A língua tímida no começo, lambendo os lábios.
Dominika agarrou seus cabelos.
– Mais fundo. Chupe o clitóris.
A língua de Ola em movimentos circulares, sugando. Os dedos entrando.
Dominika gemeu alto.
– Isso… lamba a boceta da sua rival. Você é lamentável, mas boa.
Ola lambia com paixão. Dominika gozou – ondas de prazer, seu líquido no rosto de Ola.
Ela não se afastou. Mandou que continuasse. Um segundo orgasmo. Um terceiro.
– Implorе para que eu use você.
– Por favor… use-me, Dominika… – gemeu Ola.
Punição pela Rivalidade – Dor Intensa e Prazer
Dominika levantou-se. – Por aquelas zombarias pelas minhas costas – punição. Mandou Ola deitar-se de bruços. Prendeu suas mãos à cabeceira com um lenço. – Afaste as pernas. Bateu em sua bunda com a mão – com força, deixando marcas vermelhas. – Conte até trinta. Ola contou, com a voz falhando. – Vinte… obrigada… quero mais. Depois, uma palmatória tirada do armário – plana, dura. As pancadas eram altas. Ola gritava. Dominika massageou-a depois – os dedos na boceta, provocando. – Você gosta da dor que eu causo? – Sim… bata em mim, Senhora…
Provocação até o Limite – Brinquedos e Orgasmos
Dominika pegou um vibrador.
– Não goze. Aproveite.
Introduziu o vibrador – em baixa rotação.
Ola se contorcia.
– Por favor… mais rápido…
Dominika provocou-a durante uma hora – ligando e desligando.
Por fim, permitiu – um orgasmo explosivo.
Mas continuou – até o seguinte, e o seguinte.
– Você vai gozar até dizer chega. Mas eu sei que não vai dizer.
Ola gozou seis vezes. O corpo exausto.
Dominika desamarrou-a. Envolveu-a, abraçou-a.
– Você foi corajosa. Gostou?
Ola, aninhando-se nela.
– Sim… nunca senti algo assim.
Dominika ofereceu água e massageou seus ombros.
– Você sempre pode dizer “chega”. É seguro.
Conversas Matinais – Um Vínculo Mais Profundo
Pela manhã, estavam deitadas na cama. Ola acariciava Dominika.
– Por que você faz isso?
– Porque eu gosto. E você gosta de se submeter.
Ola assentiu.
– Nunca fiz isso com uma garota… mas com você quero mais.
Dominika sorriu.
– Você terá. Amanhã, na escola. Prepare-se.
Dominika saiu, sentindo satisfação. Ola era dela. Mais profundamente do que as outras.
[…] padały rytmicznie, na zmianę. Skóry czerwieniały, ślady nakładały się jak malowidło bólu.Ola liczyła, jej głos stawał się głośniejszy, łzy spływały po policzkach.– Dziesięć… […]