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Dia dos Namorados

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Plano de fundo do leitor:

Dia dos Namorados

Anna estava diante do espelho, ajeitando o vestido vermelho que se ajustava às suas curvas de um jeito que sempre despertava sua autoconfiança. Era 14 de fevereiro, Dia dos Namorados, e ela tinha um encontro com Marek, um homem que conhecera um mês antes em uma cafeteria. Seu coração batia mais rápido que o normal, imaginando como a noite poderia se desenrolar. Marek era bonito, tinha cabelos escuros e um sorriso que fazia seus joelhos amolecerem.


Ela respirou fundo e saiu do apartamento, dirigindo-se ao restaurante onde haviam marcado de se encontrar. Lá fora, caía uma neve leve, e as ruas estavam decoradas com corações e balões vermelhos. Anna sentia uma excitação misturada a uma leve tensão – aquele era o terceiro encontro deles, e os anteriores haviam terminado apenas com beijos que prometiam mais.
Quando entrou no restaurante, Marek já estava esperando à mesa. Ele se levantou ao vê-la e aproximou-se para beijá-la na bochecha. Sua mão tocou de leve a cintura dela, enviando um arrepio por suas costas.
– Oi, Anna. Você está deslumbrante! – disse ele, com a voz calorosa e grave.
– ] Obrigada, Marek. Você também está muito bem nesse terno – respondeu ela, sentando-se diante dele.
O garçom entregou o cardápio a eles, e os dois começaram a conversar sobre o dia. Anna falou sobre seu trabalho em uma agência de publicidade, e Marek contou sobre o projeto arquitetônico em que estava trabalhando. Mas, sob a superfície daquela conversa, espreitava uma tensão sexual. O olhar dele deslizava pelo decote dela, enquanto ela mordia o lábio, imaginando as mãos dele sobre seu corpo.
Eles pediram vinho e entradas. Quando as taças foram servidas, Marek ergueu a sua.
– A nós e a esta noite. Espero que seja inesquecível.
– A nós! – respondeu ela, brindando com ele.
O vinho era doce e aquecia o corpo. A conversa fluía naturalmente, mas Anna sentia seus pensamentos vagarem em direção ao quarto. Marek contava uma anedota da infância, e ela ria, tocando sua mão por cima da mesa.
– ] Não acredito que, quando criança, você roubou a bicicleta do vizinho!
– Foi um engano! Achei que era minha – defendeu-se ele, mas seus olhos brilhavam maliciosamente.
O jantar passou rápido. Os pratos principais – bife para ele, salmão para ela – estavam deliciosos, mas Anna mal sentia o gosto da comida. Seus pensamentos giravam em torno do que poderia acontecer depois. Marek pagava a conta, e ela observava seus dedos segurando o cartão de crédito, imaginando-os sobre sua pele.
Eles saíram para a rua, onde o ar estava frio. Marek passou o braço ao redor dela.
– Vamos para a minha casa. Tenho uma garrafa de champanhe na geladeira.
– Parece tentador – respondeu ela, sentindo o corpo reagir à proximidade dele.
Chegaram ao apartamento dele depois de uma breve caminhada. Era moderno, com vista para a cidade. Marek acendeu velas e colocou uma música suave. Sentaram-se no sofá, e ele serviu o champanhe.
– Saúde, querida.
– Saúde – disse ela, tomando um gole, enquanto as bolhas borbulhavam em sua língua.
A conversa se tornou mais íntima. Marek falava sobre seus sonhos, e Anna compartilhava os dela. A mão dele pousou no joelho dela, subindo lentamente. Anna sentiu uma onda de calor.
– Por que esperamos tanto? – sussurrou.
– Porque as coisas boas exigem tempo – respondeu ele, puxando-a para mais perto.
Seus lábios se encontraram em um beijo, primeiro delicado, depois apaixonado. As línguas dançavam, e as mãos exploravam os corpos. Anna sentiu a ereção dele através da calça, o que fez sua calcinha ficar molhada.
Marek tirou o vestido dela, revelando a lingerie vermelha. Seus olhos devoravam os seios dela, cheios e firmes.
– Você é linda – murmurou ele, beijando seu pescoço.
Anna abriu a camisa dele, tocando seu torso musculoso. Seus dedos desceram mais baixo, abrindo o cinto.
– Quero sentir você – disse ela.

Dia dos Namorados

No quarto

O quarto de Mark estava mergulhado na penumbra, iluminado apenas pelo brilho das velas. Anna estava deitada na cama, usando apenas lingerie, enquanto Mark estava de pé sobre ela, tirando as calças. A cueca dele delineava sua ereção evidente, o que fez Anna umedecer os lábios.
– Chegue mais perto – sussurrou, estendendo a mão.
Mark se aproximou, e ela o puxou para a cama. Seus corpos se tocaram, pele contra pele. Os beijos se tornaram vorazes, as mãos vagavam pelas curvas. Mark tirou o sutiã dela, libertando seus seios. Os mamilos enrijeceram sob o toque dele.
– Perfeitos – murmurou, levando um deles à boca.
Anna gemeu baixinho, segurando-o pelos cabelos. A língua dele circulava o mamilo, sugando delicadamente, depois com mais força. Com a outra mão, massageava o outro seio, beliscando-o de leve.
– Sim, exatamente assim! – suspirou.
Ele desceu, beijando sua barriga e seus quadris. Tirou sua calcinha, revelando a boceta depilada, já úmida e pronta. Mark abriu as pernas dela, olhando com admiração.
– Você está molhada para mim.
– Para você, sim – confirmou ela, tremendo de excitação.
Os dedos dele tocaram seu clitóris, girando lentamente. Anna arqueou o corpo, sentindo ondas de prazer. Ele introduziu um dedo dentro dela, depois um segundo, movendo-os ritmicamente.
– Você gosta disso? – perguntou.
– Não pare! – implorou.
Mark abaixou a cabeça, e sua língua se juntou aos dedos. Ele lambia sua boceta, sugando o clitóris, saboreando seus sucos. Anna se contorcia, sua respiração acelerando.
– Oh, meu Deus, Mark…
Depois de um momento, trocaram de lugar. Anna se ajoelhou sobre ele, tirando sua cueca. Seu pau saltou para fora, duro e grosso, com as veias pulsando. Ela o tocou, deslizando a mão por todo o comprimento.
– Impressionante – disse, sorrindo.
Ela o levou à boca, chupando a ponta, depois mais profundamente. Mark gemeu, segurando-a pelos cabelos.
– Isso, querida, chupe-o!
A língua dela girava ao redor da glande, enquanto a mão massageava seus testículos. Ela o levava profundamente, até a garganta, sentindo-o pulsar. Mark arfava pesadamente.
– Você é uma mestra.
Anna se ergueu, sentando-se sobre ele de pernas abertas. O pau dele tocou sua entrada, e ela se abaixou lentamente, sentindo-o preenchê-la centímetro a centímetro.
– Você é tão grande…
Eles começaram a se mover, ela levantando os quadris, ele empurrando para cima. O ritmo acelerava, seus corpos grudavam por causa do suor. Anna gemia alto, seus seios balançando.
– Mais forte! – gritou.
Mark a virou de costas, penetrando mais profundamente. Seus golpes eram fortes, atingindo o ponto G dela. Anna arranhava as costas dele, sentindo o orgasmo se aproximar.
– [whisper] Eu vou gozar…
– Juntos – respondeu ele.
Uma onda de prazer a inundou, e sua boceta se apertou ao redor dele. Mark gozou pouco depois, enchendo-a de sêmen quente.
Eles ficaram deitados, ofegantes e abraçados.
– Este foi o melhor Dia dos Namorados de todos os tempos.
– Concordo – murmurou Anna.
Mas a noite não terminava ali. Depois de um breve descanso, Mark começou a beijá-la novamente.

Quero mais

Depois da primeira vez, Anna e Mark estavam deitados na cama, seus corpos ainda aquecidos. O champanhe estava sobre a mesa de cabeceira, mas eles bebiam um ao outro com os olhos. Anna deslizou o dedo pelo peito dele.
– Quero mais – sussurrou.
Mark sorriu, puxando-a para mais perto.
– Eu também. Desta vez, mais devagar.
Os beijos eram lentos, exploradores. As mãos dele massageavam as costas dela, descendo até as nádegas. Ele as apertava com força, fazendo Anna suspirar.
– Gosto quando você me toca.
Ele a virou de bruços, beijando sua nuca e suas costas, até chegar à bunda. Afastou suas nádegas, e sua língua tocou o ânus dela, circulando delicadamente.
– Ah, sim… – gemeu ela.
Ele introduziu um dedo na boceta dela por trás, massageando-a ao mesmo tempo. Anna se contorcia, sentindo novas sensações. Depois, Mark ergueu seus quadris, penetrando-a por trás.
– Você é tão apertada.
As estocadas eram profundas, atingindo lugares novos. Anna agarrou o lençol, gritando de prazer.
– Me foda mais forte!
Ele acelerou, e os tapas na bunda acrescentavam intensidade. Sua boceta escorria de tesão, facilitando o deslizamento. Mark segurou seus cabelos, puxando de leve.
– Você gosta de algo mais intenso?
– Sim, eu adoro isso! – confirmou ela.
Eles mudaram para a posição de papai e mamãe. Anna envolveu as pernas ao redor dele, puxando-o mais para dentro. Seus olhos se encontraram, cheios de desejo.
– Você é minha – murmurou ele.
– E você é meu – respondeu ela.
O orgasmo veio em ondas; ela primeiro, tremendo com o corpo inteiro. Mark se juntou a ela, derramando-se dentro dela novamente.
Eles ficaram deitados, abraçados. A conversa se tornou íntima.
– Isto é mais do que um encontro.
– Eu sei. Sinto o mesmo.
O Dia dos Namorados chegava ao fim, mas a história deles estava apenas começando. Anna adormeceu nos braços dele, sonhando com o futuro.

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