Despertar na Escuridão. Tentação

Nos profundos corredores de pedra da Abadia de Santa Maria, onde o eco das orações se misturava ao sussurro do vento que se infiltrava pelas frestas das paredes, a irmã Elara despertava de um longo sono. Era uma noite de lua cheia, e o ar estava pesado com o cheiro de terra úmida e incenso. O mosteiro, escondido nas montanhas da Transilvânia, permanecia havia séculos como um guardião de segredos esquecidos. Elara, outrora uma noviça devota, de pele pálida e olhos da cor do azul profundo, agora carregava dentro de si uma maldição que a tornava algo mais do que humana. Era uma vampira – uma criatura da noite, sedenta de sangue e prazer, entrelaçados em um só.
Seu hábito, negro como uma noite sem estrelas, envolvia o corpo que o tempo havia mantido no eterno florescer da juventude. Os seios, fartos e firmes, elevavam-se levemente sob o tecido, enquanto os quadris balançavam com a graça de uma predadora quando ela caminhava pela cela. No espelho, que há muito deveria ter se partido diante de seu reflexo, via apenas uma sombra – o mito da ausência de reflexo era falso, mas sua imagem era um pálido eco de quem fora um dia. Os cabelos, negros como penas de corvo, desciam em cascata pelas costas, contrastando com a pele pálida, sob a qual veias azuladas pulsavam de fome.
Naquela noite, a fome estava mais forte do que de costume. Não apenas por sangue, mas também por toque, pelo calor do corpo de outro ser humano. Elara se lembrava do dia em que fora mordida – isso acontecera cem anos antes, durante uma epidemia, quando um monge errante, na realidade um vampiro, esgueirara-se para dentro do mosteiro sob o pretexto de buscar abrigo. Seus dentes penetraram em seu pescoço, e o êxtase que se seguiu foi uma mistura de dor e prazer como ela jamais experimentara. Desde então, rezava não a Deus, mas à escuridão que habitava dentro dela. Saiu da cela, caminhando sem fazer ruído pelo chão frio. O mosteiro dormia, as irmãs roncavam em suas camas, inconscientes do monstro entre elas. Elara dirigiu-se à capela, onde o altar brilhava à luz das velas. Ali, ajoelhada diante do crucifixo, sentiu uma onda de desejo. Sua mão deslizou para dentro do hábito, tocando a pele lisa do abdômen e descendo até o lugar onde o calor se acumulava como uma tempestade. Os dedos roçaram delicadamente o monte púbico, coberto por uma macia penugem negra, e depois se insinuaram entre as dobras úmidas. Ela suspirou baixinho, sentindo o corpo reagir – os mamilos endureceram sob o tecido, e os quadris moveram-se involuntariamente ao ritmo do toque. Mas aquilo não bastava. Ela precisava de uma vítima, de alguém que satisfizesse sua fome em todos os níveis. Em sua mente surgiu a imagem da noviça, irmã Liana, uma jovem de cabelos ruivos e sardas no nariz, que se juntara à ordem havia apenas um mês. Liana era inocente, seus olhos cheios de curiosidade pelo mundo ao qual deveria renunciar. Elara via como a garota a observava com uma mistura de admiração e medo, e aquilo despertava seu desejo. Ela seguiu pelo corredor até o dormitório das noviças. A porta rangeu levemente, mas ninguém acordou. Liana dormia de lado, com o hábito escorregado, revelando uma perna pálida até o joelho. Elara aproximou-se, inalando o cheiro da garota – uma mistura de sabonete e suor juvenil. Inclinou-se, com os lábios próximos ao ouvido de Liana. – Irmã Liana – sussurrou melodiosamente, com uma voz aveludada. – Acorde, criança. Liana abriu os olhos, piscando, desorientada. Ao ver Elara, sentou-se depressa, ajeitando o hábito. – Irmã Elara? O que está acontecendo? É noite… – Shhh – Elara colocou um dedo nos lábios da garota e depois o deslizou por eles, sentindo sua maciez. – Tenho um segredo para você. Algo que Deus escondeu de nós, mas que eu encontrei. Liana corou, seu coração batendo mais rápido. Elara viu a veia pulsante no pescoço da garota, tentadora como néctar. Sentou-se na cama ao lado dela, e sua mão foi até o joelho de Liana, subindo lentamente, por baixo do hábito. – O… o que você está fazendo? – sussurou Liana, mas não afastou a mão. Sentia um formigamento estranho, um calor que se espalhava pelo corpo. Elara sorriu, revelando ligeiramente as presas, que brilhavam como pérolas à luz da lua. – Estou mostrando o prazer a você, irmã. Um prazer que o voto de castidade não pode sufocar. Seus dedos chegaram à coxa de Liana, lisa e quente. A garota estremeceu, mas entreabriu as pernas, a curiosidade vencendo o medo. Elara continuou, tocando delicadamente a parte interna da coxa, sentindo a pele de Liana arrepiar-se. Então, com a precisão de uma predadora, deslizou a mão mais para cima, roçando a virilha por cima da fina roupa íntima. Liana suspirou, sua respiração acelerando. – É pecado… – murmurou, mas seus quadris se ergueram levemente, buscando mais. – O pecado é doce – respondeu Elara, afastando a roupa íntima para o lado. Seus dedos encontraram as dobras úmidas, abrindo-as delicadamente. Liana era lisa, quase infantilmente inocente, mas seu corpo reagia por instinto. Elara introduziu um dedo, sentindo a estreiteza e o calor que a envolveu como uma luva de veludo. A garota gemeu baixinho, mordendo o lábio. Elara movia o dedo devagar, em um ritmo que despertava ondas de prazer em Liana. Com a outra mão, ergueu o hábito da garota, revelando seios pequenos e firmes, com mamilos rosados. Inclinou-se, levando um deles à boca, sugando delicadamente e circulando o mamilo com a língua. Liana contorcia-se sob ela, suas mãos se entrelaçando nos cabelos de Elara, puxando-a para mais perto. – Mais… por favor… – sussurrou Liana, perdendo o controle. Elara acrescentou um segundo dedo, alargando o interior apertado, sentindo as paredes pulsarem ao redor deles. Sua própria fome crescia – o cheiro de sangue misturava-se ao aroma da excitação de Liana. Por fim, não resistiu. Retirou os dedos, úmidos dos fluidos da garota, e passou-os pelos lábios dela, permitindo que Liana provasse a si mesma. – Agora é a minha vez – murmurou Elara, levantando-se e tirando o hábito. Ficou nua, seu corpo perfeito, pálido como mármore, com os mamilos escuros projetando-se orgulhosamente. Sua vagina, lisa e brilhante com a própria excitação, provocava com suas dobras rosadas. Liana observava fascinada, os olhos arregalados. Elara empurrou-a delicadamente sobre a cama e sentou-se montada sobre o rosto dela. – Lamba-me, irmã. Dê-me prazer. Obediente, Liana estendeu a língua, tocando sem confiança a entrada úmida. O sabor era salgado, doce, viciante. Elara gemeu, balançando os quadris para a frente e para trás, seu clitóris roçando o nariz da garota. As mãos de Elara foram até os próprios seios, apertando-os e beliscando os mamilos, enquanto Liana lambia cada vez com mais ousadia, introduzindo a língua. O prazer crescia, e Elara sentia o corpo tenso como uma corda. No momento culminante, quando o orgasmo a sacudiu como uma tempestade, cravou os dentes na coxa de Liana, bebendo o sangue quente, que tinha o sabor do néctar dos deuses. Liana gritou baixinho, mas a dor misturava-se ao prazer, e seu próprio corpo tremia em êxtase. Quando Elara afastou os lábios, o ferimento cicatrizou rapidamente graças à sua saliva. Liana jazia exausta, mas sorridente. – Este é o nosso segredo – sussurrou Elara, vestindo-se. – Amanhã à noite, você virá até mim. Ela saiu, deixando a garota em um atordoamento extático. Mas aquilo era apenas o começo. O mosteiro escondia mais almas para seduzir, mais sangue para provar. Elara sentia seu poder crescer, e o desejo jamais se apagava.

Chamado Noturno
Na noite seguinte, o mosteiro estava envolto por uma névoa densa, que penetrava pelas frestas das janelas e envolvia as paredes de pedra como uma mortalha fria. A irmã Elara estava em sua cela, nua, usando apenas o hábito aberto, que caía frouxamente de seus ombros. O brilho de uma única vela dançava sobre sua pele pálida, destacando cada detalhe: os seios fartos e pesados, com mamilos rosados já endurecidos de excitação, a barriga lisa, a cintura estreita e a vulva lisa e sem pelos (exceto por uma faixa estreita, cuidadosamente aparada), que reluzia de umidade. Seus lábios vaginais estavam levemente inchados — a lembrança do prazer da noite anterior ainda pulsava entre suas coxas.
Ela esperava.
Exatamente à meia-noite, a porta da cela se entreabriu sem que ninguém batesse. No limiar estava a irmã Liana — corada, com os cabelos ruivos soltos caindo sobre os ombros, vestindo apenas uma fina camisola de linho que quase nada cobria. Seus mamilos apareciam claramente através do tecido, e entre suas coxas já se via uma mancha escura de umidade.
– Eu vim… – sussurrou com a voz trêmula. – Não consegui dormir. Passei o dia inteiro pensando apenas em você.
Elara sorriu lentamente, revelando presas brancas e afiadas.
– Eu sabia que você viria, querida. Feche a porta. À chave.
Liana girou a chave obedientemente. Quando se virou, Elara já estava bem diante dela. A vampira segurou o queixo da jovem e a beijou com força, profundamente, deslizando a língua entre seus lábios. Ela tinha gosto de doçura e um leve toque de cobre — vestígio da mordida da noite anterior. Liana gemeu na boca de Elara, e suas mãos instintivamente foram parar nos quadris da irmã mais velha.
Com um único movimento, Elara arrancou-lhe a camisola. Liana agora estava completamente nua — miúda, com pequenas sardas nos ombros e no colo, seios pequenos e firmes, com mamilos rosados claros, e um delicado triângulo de pelos pubianos avermelhados. Entre suas coxas, a umidade já reluzia.
– Você está tão molhada… – murmurou Elara, enfiando dois dedos entre os lábios vaginais de Liana sem aviso. A jovem arfou alto, e suas pernas fraquejaram. – Sentiu tanta saudade de mim?
– Sim… por favor… – Liana agarrou-se aos ombros de Elara.
A vampira empurrou-a sobre a cama. Liana caiu de costas, abrindo bem as pernas. Elara se ajoelhou entre suas coxas e lentamente afastou seus lábios vaginais com os dedos, revelando o clitóris rosado e brilhante e a entrada apertada.
– Olhe para mim – ordenou.
Liana ergueu a cabeça. Elara se inclinou e, devagar, muito devagar, passou a língua do ânus até o clitóris — uma longa lambida plana. Liana estremeceu com o corpo inteiro e soltou um gemido prolongado. Elara repetiu o movimento, dessa vez concentrando-se no clitóris — lambidas rápidas e firmes, depois círculos lentos com a língua. Ao mesmo tempo, enfiou dois dedos profundamente na vagina de Liana — apertada, quente, pulsante.
– Ó Deus… irmã… – gemeu Liana, erguendo os quadris.
Elara sugava o clitóris com força, puxando-o entre os lábios, enquanto movia os dedos no mesmo ritmo — profundamente, depois superficialmente, girando o pulso de modo a atingir o ponto mais sensível no interior. Depois de alguns minutos, Liana começou a tremer, e sua respiração ficou entrecortada.
– Eu não consigo… vou gozar…
– Ainda não – Elara afastou-se de repente.
Liana gemeu, desapontada. Elara se levantou, tirou o hábito e montou sobre o rosto de Liana, voltada para os pés dela.
– Agora você vai me satisfazer.
Liana não precisou de incentivo. Estendeu a língua e começou a lamber o clitóris de Elara com entusiasmo — desajeitadamente, mas com enorme vontade. Elara gemeu alto, agarrando-se à cabeceira da cama. Balançava os quadris, esfregando-se contra a boca e a língua da jovem, espalhando seus fluidos pelo rosto dela. Ao mesmo tempo, inclinou-se e mergulhou novamente o rosto entre as coxas de Liana — agora na posição 69.
As duas mulheres lambiam uma à outra com desejo selvagem. O quarto se encheu de sons molhados de sucção, gemidos e respirações pesadas. Elara era mais experiente — sugava o clitóris de Liana com força e ritmo, enquanto enfiava um terceiro dedo, alargando sua vagina apertada. Liana tentava imitar seus movimentos, mas logo perdeu o controle — sua língua se tornava cada vez mais caótica.
Elara sentiu o orgasmo se aproximar. Apertou as coxas ao redor da cabeça de Liana e começou a esfregar-se com mais força contra o rosto dela.
– Lamba com mais força… isso… assim!
Uma onda de prazer atingiu-a como um trovão. Elara gritou baixinho, seu corpo inteiro enrijeceu e então começou a tremer em um orgasmo intenso. No mesmo instante, cravou as presas na parte interna da coxa de Liana — profundamente, mas sem força excessiva. Sangue quente jorrou em sua boca. Liana gritou, numa mistura de dor e êxtase, e seu próprio orgasmo explodiu um segundo depois — a vagina se contraiu com força ao redor dos dedos de Elara, e um gemido longo e abafado escapou dos lábios da jovem.
Elara bebeu devagar, saboreando cada gole. Quando enfim afastou os lábios, a ferida começou imediatamente a cicatrizar graças à sua saliva. As duas mulheres permaneceram deitadas por um instante, imóveis, respirando pesadamente.
Mas aquela não era o fim da noite.
Elara se virou e deitou-se ao lado de Liana. Acariciou seus cabelos molhados de suor.
– Você é minha – sussurrou. – Mas hoje quero algo mais.
Levantou-se, foi até um velho baú de carvalho e tirou de dentro dele… um chicote de couro com várias tiras e duas vendas de seda preta. Os olhos de Liana se arregalaram.
– Irmã… o que é isso?
– Confie em mim. – Elara sorriu de modo predatório. – Esta noite você aprenderá o prazer da dor.
Virou Liana de bruços, amarrou suas mãos atrás das costas com uma das vendas e cobriu seus olhos com a outra. Depois ergueu os quadris da jovem, de modo que ela ficasse ajoelhada, com o traseiro empinado.
O primeiro golpe do chicote caiu inesperadamente — não muito forte, mas alto. Liana gritou. O segundo, o terceiro… depois do quinto golpe, a pele de suas nádegas começou a avermelhar. Entre as coxas de Liana, a umidade voltou a escorrer — descendo pela parte interna das pernas.
Elara largou o chicote e deslizou para trás dela. Pressionou o próprio corpo contra as costas de Liana, enfiando a mão entre suas pernas.
– Você está tão molhada por causa da surra… você gosta disso, não é?
– Sim… – sussurrou Liana com a voz trêmula. – Por favor… mais…
Elara penetrou-a com três dedos de uma só vez, com força e profundamente, enquanto mordia sua nuca. Liana gemia cada vez mais alto, e seu corpo tremia a cada investida. Elara acrescentou um quarto dedo, alargando-a lentamente, até que quase a mão inteira começou a entrar.
Quando Liana gozou pela segunda vez — alto, tremendo com o corpo inteiro — Elara finalmente se permitiu um segundo orgasmo, esfregando-se contra as nádegas da jovem e gozando sobre sua pele aquecida.
As duas desabaram exaustas sobre a cama. Elara desatou as vendas e abraçou Liana com força.
– Amanhã à noite você vai me trazer a irmã Amélia – sussurrou em seu ouvido. – Aquela jovem loira da cozinha. Quero vocês duas.
Liana estremeceu, mas seus olhos brilharam de excitação.
– Sim… farei tudo o que você mandar.
Elara sorriu na escuridão, sentindo seu poder sobre o mosteiro crescer.

Triângulo das Tentações
A terceira noite trouxe uma tempestade ao convento – trovões ribombavam ao longe, e relâmpagos iluminavam os corredores sombrios como avisos divinos. A irmã Elara esperava em sua cela, dessa vez preparada para mais. Sobre a cama estavam os atributos de sua natureza sombria: um chicote de couro, faixas de seda e até um pequeno falo de madeira esculpido em carvalho negro, liso e reluzente de óleo. Seu corpo, nu sob o hábito entreaberto, tremia levemente de excitação – os seios subiam pesados, os mamilos duros como pedras, e entre as coxas ela sentia uma umidade pulsante, pronta para a colheita. A porta se abriu silenciosamente. Liana entrou primeiro, seus cabelos ruivos emaranhados, os olhos brilhando de febre. Atrás dela veio a irmã Amelia – uma jovem loira de rosto angelical, com cachos caindo sobre os ombros e um corpo roliço, cheio, com grandes seios que balançavam sob o hábito a cada passo. Amelia parecia nervosa, seus olhos azuis arregalados, mas Liana segurava sua mão, sussurrando palavras tranquilizadoras. – Irmã Elara – disse Liana com a voz trêmula. – Trouxe Amelia, como você pediu. Contei a ela… sobre o nosso segredo. Elara se levantou devagar, seus olhos brilhando em vermelho à luz das velas. – Você fez bem, minha querida. Amelia, aproxime-se. Não tenha medo. O que fazemos aqui é um ritual sagrado. Deus se esqueceu de nós há muito tempo, mas encontraremos prazer na escuridão. Amelia hesitou, mas Liana a empurrou delicadamente. Elara agarrou a loira pelo queixo, obrigando-a a olhar em seus olhos. O olhar hipnótico da vampira surtiu efeito – Amelia amoleceu, sua respiração se acelerou. – Tirem os hábitos – ordenou Elara. – Quero vocês duas nuas, prontas para mim. Liana obedeceu e tirou sua roupa, revelando o corpo pequeno, coberto de sardas, com pelos ruivos entre as coxas. Amelia, corando, fez o mesmo – seus seios grandes e pesados penderam livremente, com os mamilos rosa-escuros já endurecidos pelo frio e pela tensão. Sua barriga era macia, os quadris largos, e seu púbis era coberto por uma penugem clara e macia, sob a qual se escondiam os lábios vaginais inchados. Elara assentiu com aprovação. – Lindas. Agora beijem-se. Mostrem-me o quanto desejam esta noite. Liana se aproximou de Amelia e tocou delicadamente os lábios dela com os seus. O beijo foi tímido no início, mas logo se tornou faminto – as línguas se entrelaçaram, e as mãos foram parar nos seios. Liana apertou um mamilo de Amelia, fazendo a loira gemer baixinho. Elara observava, sua mão deslizando entre as próprias coxas, roçando o clitóris – ela fazia círculos lentamente com o dedo, sentindo a umidade escorrer pela parte interna das coxas. – Basta – disse por fim. – Liana, deite-se na cama. Amelia, sente-se sobre o rosto dela. Amelia corou intensamente, mas obedeceu. Liana estava deitada de costas, com as pernas afastadas, sua vagina brilhando de umidade. Amelia se sentou montada sobre o rosto dela, apoiando-se na cabeceira. Liana estendeu a língua e começou a lamber – devagar, de baixo para cima, concentrando-se no clitóris de Amelia. A loira arfou, seus quadris se movendo involuntariamente, roçando a boca de Liana. Elara se juntou a elas, ajoelhando-se atrás de Amelia. Suas mãos envolveram os grandes seios da garota por trás, apertando-os com força, beliscando os mamilos entre os dedos. Amelia gemeu mais alto quando Elara começou a morder sua nuca – delicadamente, mas prometendo mais. Então a vampira deslizou a mão para baixo, entre as coxas de Amelia, onde Liana já trabalhava com a língua. Elara acrescentou dois dedos, introduzindo-os profundamente na vagina da loira – apertada, quente, pulsante. – Ah… Deus… – sussurrou Amelia, seu corpo tremendo. Liana lambia mais depressa, sugando o clitóris, enquanto os dedos de Elara se moviam no mesmo ritmo, alargando o interior e atingindo pontos sensíveis. Elara não aguentou mais. Levantou-se, pegou o falo de madeira e o besuntou com óleo. – Agora é a minha vez – murmurou. Empurrou Amelia para o lado, de modo que as duas garotas ficaram deitadas uma ao lado da outra. Elara se ajoelhou entre elas, introduzindo o falo primeiro na vagina de Liana – devagar, centímetro a centímetro, sentindo as paredes apertadas se contraírem ao redor da madeira. Liana gemeu, erguendo os quadris. Elara empurrou com força, uma, duas, três vezes – ritmicamente, profundamente. Ao mesmo tempo, sua mão livre foi até Amelia – três dedos deslizaram para dentro de sua vagina molhada, movendo-se no mesmo ritmo. As duas garotas gemiam em uníssono, seus corpos se contorcendo sobre a cama. Elara se inclinou sobre Amelia, levando o mamilo dela à boca – sugava com força, mordiscando levemente, fazendo a loira gritar numa mistura de dor e prazer. A intensidade aumentava. Elara retirou o falo de Liana e o introduziu em Amelia – agora era a loira quem sentia a madeira rígida dentro de si, alargando-a amplamente. Liana, não querendo ser deixada de lado, montou sobre o rosto de Elara, roçando-se contra sua boca. A vampira lambia avidamente – a língua penetrava profundamente, sugando os fluidos de Liana, enquanto sua mão empurrava o falo para dentro de Amelia cada vez mais rápido e com mais força. O quarto se encheu de sons: estalos molhados, gemidos altos, respirações pesadas. Amelia gozou primeiro – sua vagina se contraiu ao redor do falo como um torno, seu corpo enrijeceu, e um grito de êxtase escapou de seus lábios. Liana veio logo depois, esfregando-se contra o rosto de Elara com força selvagem, seus fluidos escorrendo pelo queixo da vampira. Mas Elara não havia terminado. Retirou o falo, jogou-o de lado e puxou as duas garotas para junto de si. – Agora, juntas – ordenou. Colocou-as na cama em uma posição na qual Liana estava deitada de costas e Amelia sobre ela, frente a frente. Suas vaginas se tocavam, úmidas e quentes. Elara deslizou as mãos entre elas – dois dedos em cada uma, movendo-os simultaneamente. As garotas se beijavam apaixonadamente, seus seios roçando-se, os mamilos duros e sensíveis. Elara acelerou, acrescentando um terceiro dedo em cada uma – alargando-as; as estocadas se tornavam mais brutais, mas repletas de prazer. A fome de sangue crescia dentro dela, e suas presas coçavam. Por fim, não aguentou mais. Inclinou-se sobre Amelia, e seus lábios encontraram a veia pulsante no pescoço da loira. – Vai doer… mas você vai amar – sussurrou. Cravou as presas profundamente, perfurando a pele. Sangue quente jorrou em sua boca – doce, cheio de vida e excitação. Amelia gritou alto, seu corpo se retesou como uma corda, mas o orgasmo a atingiu com força redobrada – sua vagina se contraiu ao redor dos dedos de Elara, ondas de prazer a sacudiam repetidamente. Liana, sentindo o tremor de Amelia, também gozou, seus gemidos se misturando aos gritos da amiga. Elara bebeu devagar, saboreando cada gole; seu próprio orgasmo chegou sem toque – apenas beber o sangue e ver os corpos se contorcendo foi suficiente. Afastou os lábios, lambeu a ferida, que imediatamente começou a cicatrizar. As duas garotas estavam deitadas, exaustas, cobertas de suor e fluidos, mas seus olhos brilhavam de satisfação. – Vocês são minhas – disse Elara, abraçando as duas. – E este é apenas o começo da nossa ordem da noite. A tempestade lá fora havia cessado, mas, no convento, a tempestade da paixão estava apenas começando.
[…] W sypialni […]