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Tentação proibida

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Os Primórdios da Tentação Proibida

Kassandra sempre foi a irmã mais nova e delicada que olhava para o irmão mais velho, Alex, com uma mistura de admiração e inveja. Eles cresceram em uma cidadezinha nos arredores de uma grande cidade, em uma casa cheia de silêncio depois que os pais se separaram, quando ela tinha dez anos e ele, quinze. Alex tornou-se seu apoio — aquele que a ajudava com as lições, a defendia dos valentões da escola e, às vezes, nos momentos de fraqueza, a abraçava quando ela chorava depois de pesadelos. Mas, com o passar dos anos, aquela proximidade fraternal começou a mudar. Kassandra, agora uma mulher de vinte e dois anos, com cabelos castanhos caindo em ondas sobre os ombros, uma silhueta esbelta e olhos da cor do âmbar profundo, sentia seu olhar sobre ele evoluir. Alex, cinco anos mais velho, era alto, musculoso por trabalhar em uma oficina mecânica, com tatuagens serpenteando pelos braços e aquela expressão dura e máscula no rosto que fazia as mulheres da cidade sussurrarem pelas costas dele.

O começo de tudo aconteceu no verão, quando Kassandra voltou para casa depois do primeiro ano da faculdade. A casa estava vazia — a mãe tinha viajado de férias com o novo companheiro, deixando-os sozinhos. Alex trabalhava até tarde, voltava cansado, com manchas de óleo na pele, enquanto ela preparava o jantar, tentando ser útil. Eles passavam as noites na varanda, bebendo cerveja e conversando sobre nada. Mas, naquelas conversas, algo começou a arder. Kassandra percebia como os olhos dele deslizavam pelo corpo dela quando usava shorts folgados e tops que deixavam à mostra a pele bronzeada. Ela mesma sentia um arrepio quando ele tocava seu ombro, ajeitando uma mecha de cabelo ou entregando-lhe um copo. Era sutil, mas crescente — como uma faísca esperando pelo vento para explodir em um incêndio. Certa noite, depois de uma tempestade que atravessou a cidade, a energia caiu. Eles estavam sentados na sala à luz de velas, jogando cartas. Kassandra ria das piadas dele, e ele a olhava por mais tempo do que de costume. “Você se tornou uma mulher linda, Kas”, disse ele em voz baixa, com a voz grave e rouca. Ela corou, sentindo um calor se espalhar pelo ventre. “Não diga isso, maninho”, respondeu em tom brincalhão, mas havia uma nota de provocação em sua voz. Naquela noite, deitada na cama, seus pensamentos foram mais longe. Ela imaginava as mãos fortes dele agarrando-a, os lábios dele pressionados contra seu pescoço. Era proibido, pecaminoso, mas excitante. Tocou-se delicadamente, sentindo a umidade entre as coxas, e suspirou o nome dele na escuridão. Os dias seguintes trouxeram mais momentos assim. Alex começou a treinar na garagem, e Kassandra o observava pela janela da cozinha. Seus músculos tensos sob a camiseta, o suor escorrendo pelo torso — aquilo despertava nela um desejo que não conseguia ignorar. Ela começou a usar roupas mais provocantes, como leggings justas que destacavam seus quadris e nádegas curvilíneos, ou blusas com decotes profundos que revelavam seus seios firmes. Ele percebia, e seus olhares ficavam mais famintos. Certa tarde, enquanto o ajudava na oficina, ela se inclinou sobre o motor, e ele ficou atrás dela. Sentiu a proximidade dele, sua respiração na nuca. “Cuidado, maninha”, murmurou ele, com a mão tocando sua cintura. Aquele toque foi como uma corrente elétrica — seus mamilos endureceram sob o tecido, e ela sentiu um calor pulsante entre as pernas. À noite, depois do jantar, sentaram-se diante da televisão. Kassandra sentou-se perto dele no sofá, e suas coxas se tocavam. O filme era erótico, com cenas de beijos apaixonados e corpos nus. Ela sentia o coração bater mais rápido, e ele se mexeu inquieto. Em determinado momento, suas mãos se encontraram. Nenhum dos dois as afastou. Os dedos se entrelaçaram delicadamente, depois com mais força. Kassandra virou a cabeça, olhando para ele. Os olhos dele estavam escuros de desejo. “Kas…”, sussurrou ele, mas ela colocou um dedo sobre seus lábios. “Não diga nada”, falou, e então se inclinou e o beijou. Foi um beijo delicado no começo, mas logo se tornou faminto. A língua dele deslizou para dentro da boca dela, explorando, saboreando. As mãos de Alex percorreram seu corpo, agarrando-lhe os seios e apertando-os com força. Ela gemeu contra a boca dele, sentindo a dureza do pênis através da calça, pressionando sua coxa. Mas eles pararam. Alex se afastou, ofegante. “Isso não está certo, Kas. Somos irmãos.” Ela assentiu, mas havia um brilho em seus olhos — um brilho que dizia que aquilo era apenas o começo. Naquela noite, em seu quarto, masturbou-se furiosamente, imaginando o que poderia acontecer. As mãos dele em seu pescoço, o pênis entrando nela profunda e bruscamente. Implorava mentalmente por mais, sentindo o orgasmo chegar em ondas. Era uma fantasia, mas ela sentia que a fronteira entre ela e a realidade começava a desaparecer. Os dias passavam, e a tensão aumentava. Kassandra começou a provocá-lo mais. Deixava a porta do banheiro entreaberta enquanto tomava banho, sabendo que ele passaria pelo corredor. Via a sombra dele parar, ouvia sua respiração. Ela mesma, sob o jato de água, tocava os seios, espalhando sabonete pela pele e imaginando as mãos dele. Seus mamilos estavam sensíveis, endurecidos pela excitação. Entre as pernas, sentia umidade, não apenas por causa da água. Esfregava os dedos no clitóris, fazendo movimentos circulares lentamente, depois mais rápido, até atingir o clímax. Alex lutava consigo mesmo. No trabalho, consertando carros, pensava nela. Em seus lábios macios, nas curvas de seu corpo. À noite, em seu quarto, masturbava-se, imaginando como a tomaria com força. Como penetraria nela, ouvindo seus pedidos. Era doentio, ele sabia, mas não conseguia parar. Certa noite, depois de outra tempestade, a energia caiu novamente. Eles estavam sentados no escuro, conversando. “Por que isso está acontecendo, Alex?”, perguntou ela baixinho. “Porque você é bonita demais”, respondeu ele. Dessa vez, não pararam. O beijo foi apaixonado, e as mãos dele arrancaram as roupas dela. Tocou seus seios, beliscando os mamilos, o que a fez gemer alto. Os dedos dele desceram até sua calcinha, sentindo a umidade. “Você está molhada para mim”, murmurou. Enfiou um dedo dentro dela, depois um segundo, movendo-os ritmicamente. Kassandra se contorcia, agarrando os braços dele. “Mais”, sussurrou. Mas, novamente, eles pararam. Alex levantou-se, respirando pesadamente. “Não podemos, Kas. É pecado.” Ela assentiu, mas um fogo ardia em seu coração. Sabia que era apenas uma questão de tempo. A fantasia estava se tornando realidade, passo a passo.

A Primeira Queda

Desculpe, não posso traduzir conteúdo sexual envolvendo incesto.


Mas Alex não a deixou terminar. Ele a levantou bruscamente, suas mãos agarrando-a sob os braços. “Aqui não”, murmurou, levando-a para o quarto. Jogou-a na cama como uma boneca, seu corpo quicando sobre o colchão. Cassandra riu nervosamente, mas seus olhos estavam cheios de desejo. Ele ficou sobre ela, nu, dominante. “Tire isso”, ordenou, apontando para suas roupas. Ela obedeceu, arrancando a blusa pela cabeça. Seus seios saltaram para fora lentamente, firmes, com os mamilos duros como pedras. Os mamilos eram rosados, rodeados por auréolas mais escuras. Alex olhou para eles com fome, depois se inclinou e abocanhou um deles.
A sucção era forte, quase dolorosa. Ele mordiscava de leve, puxando o mamilo com os dentes, fazendo Cassandra arquear o corpo, gemendo alto. “Alex, sim… dói, mas é bom”, sussurrou. Sua língua circulava ao redor, lambendo e sugando alternadamente os dois seios. Suas mãos deslizaram para baixo, arrancando o short e a calcinha com um só movimento. Ela estava nua sob ele, sua buceta exposta – rosada, úmida, com uma leve penugem acima do clitóris. Alex abriu bem suas coxas, seus dedos tocando a entrada. “Você está tão molhada”, murmurou, enfiando um dedo dentro dela. Ela era apertada, quente – o dedo entrou facilmente, mas ela se contraiu ao redor dele instintivamente.
Ele movimentou o dedo lentamente, depois acrescentou outro, dilatando-a. Cassandra se contorcia, seus quadris se erguendo. “Mais”, implorou, sua voz trêmula. Ele sorriu selvagemente, seus olhos brilhando. “Com força, sem piedade?”, perguntou, sua voz baixa e ameaçadora. “Sim, por favor”, respondeu ela, agarrando o lençol. Ele retirou os dedos, lambendo-os lentamente, saboreando-a. Então deitou-se sobre ela, seu peso esmagando-a. Seu pênis tocou a entrada dela, a glande deslizando sobre a umidade. “Está pronta?”, perguntou, mas não esperou pela resposta. Penetrou-a com uma única estocada forte, profundamente, até a base.
Cassandra gritou, sentindo a dor dilacerante misturada ao êxtase. Ele era grande, preenchendo-a por completo, esticando suas paredes. “Meu Deus, Alex, você é enorme”, gemeu, suas unhas cravando-se nas costas dele. Ele não parou, começou a mover os quadris rápida e vigorosamente. Cada estocada era profunda, atingindo o fundo dela e fazendo seu corpo tremer. Ela ouvia o estalar de seus corpos, os sons úmidos. Seus seios balançavam a cada movimento, os mamilos roçando no torso dele. “Mais forte”, implorava, embora já doesse. Ele acelerou, suas mãos agarrando os pulsos dela, pressionando-os contra a cama. Ele era dominante, impiedoso – exatamente como em suas fantasias.
O orgasmo chegou de repente, em ondas. Cassandra se apertou ao redor dele, sua buceta pulsando, a umidade escorrendo por suas coxas. Ela gritou o nome dele, o corpo arqueando-se em êxtase. Mas Alex não parou. Retirou-se dela, virando-a de bruços com um só movimento. “De joelhos”, ordenou. Ela obedeceu, empinando as nádegas. Sua buceta estava vermelha, inchada, pronta para mais. Ele se ajoelhou atrás dela, agarrando seus quadris com força. Penetrou-a por trás, mais profundamente do que antes. Cassandra enterrou o rosto no travesseiro, abafando o grito. Sentia-o dentro dela, atingindo os pontos sensíveis. Suas mãos estalavam contra as nádegas dela, deixando marcas vermelhas. “Você é minha, Cass”, rosnava, puxando seus cabelos e inclinando sua cabeça para trás.
Ele se movia como uma máquina, sem parar. Cassandra implorava por mais, seu corpo traindo-a – outro orgasmo se formando em seu ventre. “Não pare, maninho”, gemia. Ele apertava seus seios por trás, beliscando dolorosamente os mamilos. Finalmente, sentiu que seu clímax se aproximava. Acelerou, as estocadas tornando-se caóticas. “Estou gozando”, murmurou, e então saiu rapidamente dela, seu pênis pulsando. O sêmen jorrou sobre suas costas, quente e pegajoso. Cassandra sentiu aquilo, tremendo com o próprio orgasmo.
Eles ficaram deitados lado a lado, ofegantes. Mas aquilo era apenas o começo. Naquela noite, depois do jantar, fizeram de novo – na cozinha, sobre a mesa. Alex a tomou por trás, seus seios pressionados contra o tampo. Foi intenso, sem preliminares. No dia seguinte, na oficina, sobre o capô do carro. Cassandra sentou-se sobre ele, cavalgando-o com força, suas unhas arranhando marcas nos braços dele. Cada encontro era repleto de paixão, proibido, pecaminoso. Mas, no fundo de sua alma, Cassandra sabia que aquilo não era o fim – era apenas a primeira queda no abismo de seu desejo.

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